Acampamento Júpiter

Roma ergueu seu domínio e subjugou Grécia. Agora os mais fortes e poderosos se erguem.
 
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 Ficha de Reclamação

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Júpiter
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MensagemAssunto: Ficha de Reclamação   Qui Jul 05, 2012 11:33 pm

Ficha de Reclamação

' Olá, indefinido.
Antes de começar o jogo, você deve ser reclamado por algum Deus Mitológico, mas antes, deverás preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico, ou o envie para o Deus que você pretende ser filho;
Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus...
No caso de Júpiter, Netuno, Plutão, Marte, Bellona e Minerva, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Caso se interesse por Bellona, Minerva ou Marte, poderá fazer o teste aqui, porém a ficha será avaliada de forma mais rígida. ''

FICHA DE RECLAMAÇÃO:

- Nome Completo:
- Idade:
- Personalidade:
- Progenitor(a) Divino(a):
- O que te leva a crer que é filho(a) de tal divindade?
- História




Última edição por Júpiter em Dom Ago 19, 2012 10:11 pm, editado 1 vez(es)
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Louise Campbell
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sex Jul 13, 2012 8:15 pm

- Nome Completo: Louise Jean Campbell
- Idade:
13
- Personalidade: Estou sempre de bom humor e gosto de fazer pegadinhas com as pessoas. Sempre dei trabalho na escola, na maioria das vezes dava em expulsão. Não é a toa que eu já fui expulsa de quatro escolas, três dessas vezes foram por causa de alguns objetos que “desapareceram” e a outra vez foi por ter invadido o sistema de computadores do colégio. Eu entendo bastante de tecnologia, mesmo não tendo muito acesso à ela.
- Progenitor(a) Divino(a): Mercúrio
- O que te leva a crer que é filho(a) de tal divindade?
É o deus com quem eu mais me identifico. Não gosto de falar sobre isso, mas eu sou cleptomaníaca. Acho que meu pai me aconselha quando eu vou “pegar algo emprestado”.
- História:

Morrei desde pequena em Las Vegas com a minha mãe. Ela trabalhava bastante para conseguimos ter uma vida descente e mais que tentasse, ela não era lá uma mãe presente. Até os meus cinco anos, eu passava o dia todo na creche e já naquela época minha mãe questionava os brinquedos que surgiam com um passe de mágica na minha mochila. Ela ficava muito decepcionada comigo, nem para entender que eu havia herdado essa característica do meu pai. Mesmo depois que ela pedia para eu devolver. Além de ser cleptomaníaca, fui diagnosticada com TDAH.
Na escola não era muito diferente. Continuava pegando coisas dos colegas mas também adorava fazer brincadeiras com eles. Não chegava a ser bulling, eram apenas pegadinhas só que tem gente que não sabe diferenciar. Eu conseguia me safar na maioria das vezes em que aprontava, o que irritava os meus “amigos” e eles acabavam me dedurando. Sempre era assim.
Mas a minha vida de semideusa mesmo, com direito a monstros, começou em uma tarde no shopping. Eu tinha parado para dar uma olhada na loja de equipamentos eletrônicos. Só para esclarecer: eu não sou tão maluca a ponto de tentar roubar uma loja de eletrônicos em um shopping cheios de seguranças, só estava olhando a vitrine e nada mais. Foi quando eu tive a sensação de que estava sendo observada, olhei em volta mas tudo parecia normal.
Tive a mesma sensação quando voltava para casa, e dessa vez não era apenas um mal pressentimento. Alguém me seguia pela rua, eu não sabia quem era e nem o quanto o sujeito podia ser perigoso. Fui apressando o passo cada vez mais, agora sem saber para onde ir. Eu não tinha certeza se ficaria segura sozinha em casa, lugares mais movimentados talvez fossem a melhor alternativa. Tentei despistá-lo entrando em uma lanchonete. Ao ver que a pessoa se aproximava, sentei rapidamente numa mesa e fingi que olhava o cardápio. Mesmo assim, a pessoa entrou na lanchonete e sentou na mesa ao lado da minha. De perto ele não parecia tão assustador, apenas um jovem usando óculos escuros e casaco de capuz. Indignada, me levantei e fui sentar com ele na mesa.

- Te conheço? - perguntou o garoto indiferente enquanto eu o encarava.
- Eu não te conheço, mas você deve saber alguma coisa sobre mim para querer me seguir.
- Seguir você? Deve haver algum engano. Agora me pode me dar licença? Estou ocupado e não tenho tempo a perder com suas paranoias.
Ele não parecia ocupado, apenas indeciso escolhendo o que ia comer. Fiz o que ele pediu deixando-o sozinho lá na mesa. A caminho de casa fiquei a pensar no que havia acontecido. Será que eu estava ficando maluca? Por incrível que pareça eu tive a mesma sensação de antes. Olhei para trás, parecia que o garoto tinha ficado por lá mesmo.
- Com licença? - Ouvi uma voz rouca do meu lado - A senhorita poderia me informar onde fica a farmácia mais próxima?
Ah, claro! - disse com um sorisso - É só ir direto nessa rua e virar na primeira esquerda. Logo depois do ponto de ônibus.
- Venha comigo para me mostrar onde é! - disse ela puxando meu braço.
No momento em que ela abriu a boca para falar, não pude deixar de notar seus dentes afiados e sua língua, que não era humana. Era uma língua semelhante a dos repteis. Conclui que eu estava tendo um pesadelo. Sonhando ou acordada eu não ia me dar o luxo de acompanhar a mulher-cobra. Então eu inventei uma desculpa:

- Não dá. Já era para eu estar em casa, minha mãe deve estar um fera comigo.
A "senhora" me lançou um olhar de desaprovação e falou:
- Então eu acabo com você agora, meio-sangue.
Foi quando ela rasgou parte do vestido longo e eu pude ver seu corpo de cobra com escamas esverdeadas. Ela rastejava em minha direção com suas presas afiadas. Sai correndo, talvez assim eu conseguisse despistá-la já que não tinha como lutar contra ela.
- Parada ai! - ouvi um garoto gritar
- Eu não!Tem uma aberração com cabeça de mulher e corpo de cobra prestes a me fazer em pedacinhos.
- Você não, a Equidna!
- Mais um semideus? É meu dia de sorte!
- Acho que não, hein!
"Do que eles estão falando?", pensei. Dei uma olhada por cima do ombro, a tal Equidna tinha parado de correr. Agora lutava com o garoto da lanchonete. Ele mandava bem na espada, mas eu não tinha certeza de que ele seria capaz de derrota-lá sozinho. De qualquer jeito, eu não tinha um arma, muito menos treinamento. Ainda com a espada em mãos, o garoto sacou uma faca. Ele viu que eu observava a luta. Golpeou a Equidna com a espada, deixou que sua faca caísse e em seguida chutou -a para a minha direção.
- Pega! - gritou ele sem tirar seu foco da batalha
Me abaixei e peguei a faca cuja lâmina cintilava com a luz do sol. Observei-a por alguns instantes e me juntei à eles. Enquanto a Equidna investia contra meu mais novo amigo, ataquei seu corpo escamoso. Ela me deu um empurrão e eu cambaleei para trás. O garoto contra-atacou. A besta não aguentaria por muito tempo, não ia dar conta. Golpeei-a novamente, e com a distração, meu amigo conseguiu dar o golpe final. O monstro se desfez em pó e nós respiramos aliviados.
- Pode me explicar...
- É uma longa história - interrompeu ele -Você provavelmente não conhece um de seus pais, certo?
- Eu não conheço meu pai. Minha mãe disse que ele nos abandonou quando eu era bebê.
- Seu pai é um deus romano - ele continuou como se já tivesse esse discurso pronto - Todas aquelas histórias da mitologia romana que os mortais chamam de "mitos", são reais. Os deuses continuam se apaixonando por mortais e tendo filhos com eles.
Eu demorei um pouco para processar todas essas informações, mas depois do que nós havíamos enfrentado eu não duvidava mais de nada. Sem saber o que dizer, entreguei a faca ao garoto.
- Você vai precisar dela. Agora que sabe que é uma semideusa deverá ir para o Acampamento Júpiter. Encontre Lupa, ela irá orientá-la.
- Lupa? A loba que cuidou daqueles gêmeos?
- Sim, Remo e Rômulo. - ele fez uma pausa - Você vai sozinha. A gente se vê depois que eu voltar da missão, eu espero.
- Mas... e se eu não conseguir encontrá-la? - indaguei
- Vai encontrar sim. - disse ele esperançoso - Boa sorte!
Ele acenou e sumiu pela cidade. Já que ele não disse onde eu podia achar Lupa, conclui que eu devia descobrir por mim mesma. Seguindo em frente tentava raciocinar, talvez eu devesse ir para alguma floresta. Onde mais eu encontraria um lobo? Foi ai que eu comecei minha jornada em rumo ao Acampamento Júpiter.


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Ceres
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sex Jul 13, 2012 8:19 pm

Bela história! Reclamada filha de Mercúrio, deus dos viajantes, ladrões, comerciantes, mensageiros...

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Elena W. Featherston
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Qua Jul 18, 2012 10:16 pm

- Nome Completo: Elena W. Featherston
- Idade: 17 anos
- Personalidade:

Elena possui os cabelos longos e loiros, seus olhos são azuis, pele parda e uma beleza natural. Carismática, calma e companheira, daria a vida por uma amizade ou amor. Ela, quando irritada, não foge da briga.

- Progenitor(a) Divino(a): Ceres

- O que te leva a crer que é filho(a) de tal divindade?
Por a Deusa Ceres , ser deusa da agricultura e eu tenho uma certa paixão por verde, além disso mataria amo plantas e árvore

- História

Russa, nacionalizada Americana. A Jovem Elena, filha de Drumond Nikolov e criada por Rose Westick Featherston teve uma infância turbulenta. Seu pai não era dos melhores, dono de uma grande construtora de arranha-céus e prédios empresariais, quase não tinha tempo para a garota. Já sua mãe de criação, Rose, morreu quando ela ainda tinha sete anos, por falência múltipla dos órgãos após uma grave parada cardíaca.

Aos Oito anos, Elena, teve que se mudar para a América; A empresa do seu pai havia abrido uma nova construtora lá. O Pai de Elena iria utilizar a mudança de país para eles superarem a perda da mãe e esposa, Rose. New York foi o lugar escolhido pelo russo, uma mansão em um dos bairros nobres de New York.

A Garota logo ganhou seu modo de viver, tendo que se virar com seus vários empregados e a ausência de seu pai. Ela criticava o modo financeiro de agir do seu pai, ele destruía as florestas para erguer edifícios e, ou, uma cidade. A partir dos 13 anos começou a financiar protestos contra a corporação do seu pai, utilizava sua mesada, que não era pouca, que dava para sustentar dois protestos por semana.

Rosas era o tipo de planta que a garota adorava. No parapeito do seu quarto havia um lindo jardim, na verdade ao lado de seu quarto, coberto por rosas e plantações. Desde uma pequena plantação de cereal até uma pequena plantação de tulipas e violetas. Era seu chodó, sempre ficava ali quando queria dar um tempo e esquecer que era uma garota ou uma pessoa a mais no mundo. Um dos desfrutos do dinheiro de seu pai.

• • • • •


Parecia um dia qualquer para aquela garota, a não ser pela insistente perseguição de uma velha. Acerca de meia hora uma senhora idosa estava seguindo a garota, tudo começou na estação central. Aquela idosa havia pegado o mesmo vagão que a garota. Havia lhe observado o caminho todo e nada de interagir ou de mostrar agressividade. Falha da garota, ela não havia percebido a idosa e nem se preocupado, até que percebeu no central park.

Geralmente a garota ficava no Central Park quando seu pai levava o trabalho para casa, literalmente; A Sala principal ficava cheia de arquitetos, advogados e outros que ela nem sabia para que servissem. Eram entediantes, os ecos das conversas chegavam ate no seu jardim restrito. Ela preferiria ir para um lugar aberto e cheio de verde. Iria planejar o novo protesto contra seu pai, mas uma das edificações iria á baixo; Engraçado, pois aquelas edificações lhe davam a mordomia que ela nunca pediu para ter, mas também lhe davam o desprezo de alguns.

Ela sabia se caso seu pai descobrisse ela estaria em apuros, a dois anos ela sustentava essa pratica e sabia o quanto seu pai ficava irritado com o protestantes. Varias e varias Edificações eram canceladas por conta dos protestos, já havia entrado para o ranking de movimentos como um dos mais eficientes. Deveria ficar orgulhosa, mas as suas formas de 'ferir' seu pai não a deixavam feliz ou orgulho de si mesma.

No Central park a Idosa se aproximou mais da garota, geralmente ela vinha seguindo-a com certa de quinhentos metros de distancia, agora estava com cento e cinquenta ou duzentos metros. Várias maneiras a menina tinha de se esquivar da perseguição, ela decidiu ir ate o ponto mais denso do Central Park entre a East Dr um local de mata fechada.

Nem aquilo deteve a impulsiva velha que vinha andando feito uma maratonista Idosa. A Menina estava carregando duas cartolinas e estava com sua bolsa, não continha muitas coisas na bolsa. Quando ela menos esperou já estava correndo, a velha lhe acompanhava e seu rosto estava com a pele descascando. As pernas haviam crescido e estavam fortes, perfeita para correr e logo alcançaria a garota. Ela pensou que estava perdida.

Varias hipóteses de o porquê de aquela idosa estar perseguindo-a correu em sua mente, a mais provável era um possível sequestro para sugar alguma quantia alta de dinheiro de seu pai. Era a mais provável, mas seu pensamento ficou confuso quando a velha ganhou asas enormes de morcego e começar a levantar voou.

Seria o fim da garota, a não ser pela surpresa; Algo em alta velocidade deu um pulo e atingiu aquela velha-morcego. Eles voaram para dentro de um arbusto e ficaram dentro dele discutindo, a garota queria ir ajudar o homem que havia lhe salvado, mas estava aterrorizada e não se mexia.

- Sai Mulher-morcego dos infernos... Não me arranha sua doida.

Gritava o homem como se conhecesse aquela coisa com quem ele estava lutando, era hilário e aterrorizante ao mesmo tempo. Ele parecia um amigo, porém queria destruí-la a qualquer custo.

- É Plutão, não infernos... Você sabe Seu bode velho.

A Voz da velha ou mulher-morcego era juvenil e tinha a sonoridade de chicotes sendo estalados com o chão. A Garota pode ver que a agitação no arbusto tinha parado. O homem, que incrivelmente tinha a parte inferior do corpo igual à parte inferior de um bode, pulou dos arbustos pegou a menina no colo e correu para a avenida.

Ao chegarem à Avenida ela tive uma surpresa; Uma limousine negra com detalhes em prata e um brasão de três ramos de trigo e um edifício estavam estampados em uma das portas e no capô da limousine, era a Limousine da família Nikolov. O Homem-bode abriu a porta e reverenciou a garota, ela logo se lembrou de que quando era menor o mesmo Homem-bode era o chofer da família quando estavam na América. Sem hesitar ela entrou na Limousine e logo após o chofer-bode entrou.

Outra coisa lhe aterrorizou; Seu pai estava sentado em um dos bancos da Limousine lendo um jornal de quinze anos atrás, estava com um rubor no rosto e sua aparência era menos severa.

- Senhor, quer dizer... Mortal, me conte a história que veio me escondendo por quinze anos!

Falou apressado e tropeçando nas palavras, o homem-bode estava nervoso e elétrico. Drumond Nikolov dobrou o jornal, calmamente, e o repousou ao seu lado; No jornal havia uma foto de um protesto de ambientalista, nele estava o Sr. Nikolov e uma mulher linda e também a falecida Sra. Nikolov.

A garota sabia que sua falecida madrasta era uma grande amiga de seu pai e que seus avós eram sócios e antigos donos da Construtora Pshenitsa, hoje Construtora Nikolov. A Foto chamou a atenção da garota e ela ficou a fitando, ate que seu pai pegou o jornal e guardou em sua pasta.

- Enfim, Fauno, finalmente contarei a minha história mais a dela e como nos conhecemos. Querida, tente ficar calada enquanto falo.

Antes mesmo que a garota falasse o seu pai interveio e mando-a ficar calada. Ela sempre soube que sua mãe não era a que tinha lhe criado, mas seu pai nunca falou se ela existia, se estava morta ou viva, só ficou calado e fugiu do assunto. O Homem-bode, agora Fauno, bufou e se acomodou em um dos bancos enquanto a limousine corria ultrapassando sinais e quase atropelando pedestres.

- Há quinze anos, quando eu era jovem, eu tinha a sua mesma linha de raciocínio minha filha. Fazia as mesmas coisas que você faz comigo, protestos contra meu pai e sua empresa e blá, blá. Rose sempre me acompanhava e em um dos meus protestos eu encontrei a sua mãe de sangue, linda e carismática. Sempre nos ajudava e no final recebíamos uma bela e gigante tigela de Cereal...

Uma risada interrompeu a fala dele, depois da morte de sua madrasta a menina nunca tinha visto o seu pai sorri, pior ainda começar a rir e seus olhos lacrimejarem. O Fauno voltou a bufar e resmungar algo como: “pelos cereais devo saber quem já é, ela e suas manias...”, mas se calou e fingiu estar vendo o movimento do carro.

- Ela tinha uma mania de sempre questionar o corpo de todos nós, sempre estávamos magros para ela e desnutridos, mas esse jeito meigo e protetor dela que me conquistou. Não demorou muito e eu fiquei sabendo de sal gravidez, depois de seu nascimento ela me contou toda a verdade e desapareceu. Eu não fico triste, compreendo o motivo dela...

Ele retirou o jornal e olhou fixo para a foto, estava com uma aparência de apaixonado e meigo. Raramente ela via essa expressão no seu pai, mesmo quando ele estava com a sua madrasta.

- Rose me ajudou a cria-la e em pouco tempo nos casamos, ela sempre me ajudou em te criar e ate hoje eu lhe agradeço muito. Para lhe criar eu e Rose desistimos de nossas aventurar ambientalistas e tivemos que focar em seu crescimento. Aceitei comandar e crescer a empresa do papai e com o meu casamento com a Rose a empresa veio toda para minhas mãos. Eu e Rose queríamos lhe deixar um império e não deixar nada lhe faltar, mas você puxou de sua mãe esse apreço pelo verde e que por má sorte não é a linha de produtividade de minha empresa.

O Olhar dele ficou triste e logo forçou um sorriso, a garota tentava não olhar nos olhos de seu pai; Questionava a incrível mudança de personalidade de se pai, tudo por ela e por seu concreto futuro. Isso fez um fardo ser colocado nos seus ombros, seu pai havia mudado sua personalidade por ela e ela nunca viu isso e sempre criticou ele.

O Fauno parecia pensativo e olhava pela janela traseira do carro, já tínhamos saído da metrópole e estávamos por alguma estrada rural. Sem demora o Fauno virou-se para o Senhor Nikolov.

- Cere, quer dizer Ceres. Deusa das plantações, flora, fauna e estações, além de ser uma Olimpiana. Teve sorte senhor e você também menininha. Agora seu por que aquela fúria esta nos perseguindo.

O Rubor no rosto de Drumond voltou, junto com um sorriso alegre. Já a menina parecia confusa mais com o nome da deusa pronunciado ela começou a juntar as peças do quebra-cabeça. ”Ceres, mãe .... Fauno, ambientalistas... Ceres, MINHA MÃE?”. O Fauno sorriu para ela, como se estivesse lendo sua mente e escutado o pensamento dela. Ele assentiu com a cabeça e a menina voltou a pensar calada.

- As fúrias são servas de Plutão, por que ele quer mal a uma filha de Ceres?

O Homem parecia atônico, preocupado com alguma coisa. Não sabíamos se era com a filha ou com a deusa, só que seu rosto estava suando. O Motorista avisou que estávamos pertos, cerca de dez quilômetros para chegar onde o Fauno queria.

- Simples, ele nunca amou a sua sogrinha ou Ex-sogra. Proserpina não é mais sua esposa e lhe traiu com alguns mortais. Ceres ajudou a esconder seus netos semideuses e ele agora quer afetar tanto Proserpina quanto Ceres e sua filha é uma oportunidade muito boa, como semideusa de Ceres.

O Carro parou e o Fauno saiu do carro, estava perto de uma mansão. Dava para sentir cheiro de Flores perto de alguma das várias Florestas que tinha ao redor da estrada. O Fauno colocou a cabeça para dentro do carro e falou que era para nos despedimos e rápido.

- Aqui é a casa do lobo, você irá passar no teste para ir ao acampamento. Então você irá se da bem; Caso veja sua mãe manda um recado, fale para ela que preciso falar com ela e que ela sabe onde me encontrar. Agora vá.

O Fauno puxou a garota antes que ela falasse qualquer coisa, ele carregava a bolsa dela e uma mala que deveria ter as roupas da garota. Seus olhos lacrimejavam, mas nenhuma lágrima saia. Ela viu a limousine partir em direção a Nova York enquanto ela ia para algum lugar com um Fauno.

De primeira ela não via nada além de névoa, mas quando ela ultrapassou algumas moitas ela viu que parecia uma Grande mansão. Uma loba estava na frente da menina em pouco segundos não sabia quem era a loba mas sabia que seria muito amiga da mesma.


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Ceres
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Qui Jul 19, 2012 1:14 pm

Adorei sua ficha, você. é mesmo minha filha. Reclamada por mim, Ceres, deusa da agricultura, dos cereais, das boas colheitas e das estações do ano.
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Elizabeth Bolton

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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sex Jan 18, 2013 9:26 am

- Nome Completo: Elizabeth Bolton
- Idade: 13
- Personalidade: Eram uma pessoa muito tranquila e desligada, de tão tranquilaa muitas vezes possuía poucos amigos, pelo fato de não conversar muito com os outros. Dotada de uma incrível inteligência, Elizabeth era muito divertidaa quando conhecidaa bem. Costumam ler muitos livros e dormir muito.
- Progenitor(a) Divino(a): Somnus
- O que te leva a crer que é filho(a) de tal divindade? Pois é o deus o qual me característico mais. Troco uma boa festa por uma noite tranquila de sono.
- História: Eram seis horas da manhã quando o despertador tocou, mas eu já estava acordada, sempre acordava para beber água umas cinco horas e não conseguia mais dormir, minha mãe dizia que era por causa do TDAH, e nesse dia isso não foi diferente. Me arrumei para ir a escola e desci para tomar o café da manhã que a propósito estava com um cheiro delicioso.Desci as escadas e a encontrei junto com meu irmão e meu pai. Luna, minha mãe, estava linda como sempre, com seus cabelos negros e cacheados soltos e um vestido simples amarelo e azul claro que lembrava o nascer do Sol, seus olhos eram escuros como os meus, só que muito mais misteriosos. Nós somos muito parecidas, mas ela é infinitamente mais bela. Já meu pai, bem, ele é um cara de cabelos castanhos curtos e olhos azuis escondidos atrás de um óculos de armação grossa. A única coisa que temos em comum é a teimosia e esse jeito tímido e meio fechado de ser. É uma ótima pessoa, eu o amo, sempre desconfiei de que não era filha dele, mas ele realmente me tratava como filha, e eu tinha certeza disso por causa do meu irmão, Rick, ele nasceu quando eu tinha cinco anos, é o melhor irmão caçula que alguém poderia querer, bem, nós brigamos as vezes mas era coisa rápida, não ficamos bravos um com o outro por mais de quinze minutos. Ele tem os cabelos cacheados como os da mãe, e os olhos azuis do pai. Ele também estava na mesa naquele dia, isso era raro, meu pai era um homem ocupado, cientista, estava trabalhando em uma pesquisa do governo, eles raramente davam folga, mas umas duas ou três vezes no ano além do Natal e do Ano Novo ele conseguia ficar um dia sem trabalhar e esse era um desses dias. Quisera eu que não fosse. Depois do meu "café especial", fui para a escola, eu odeio aquele lugar. Odeio por causa dos professores, por causa da bendita dislexia e TDAH, e porque sabia que mais cedo ou mais tarde eu seria expulsa, era sempre assim, quando eu começava a me enturmar algo estranho, bizarro, ou destrutivo acontecia e eu era expulsa mesmo que a culpa não tivesse sido minha, como era na maioria das vezes. Depois de um tempo eu desisti de me enturmar. Dessa vez eu consegui fazer um amigo: Will, ele vive de boné e já deve ter repetido de ano pelo menos uma vez, porque eu nunca vi ninguém da sétima série com barba. Ele corre de um jeito estranho, e foi correndo que ele me conheceu, num instante eu estava de pé desmontando um relógio, e no outro instante, eu estava caída no chão com ele esparramado ao meu lado. Geralmente íamos para escola juntos, mas justo naquele dia ele disse que iria dormir na casa da avó. As vezes eu gostava de ir sozinha, mas neste dia em especial eu gostaria de estar acompanhada, pois enquanto eu fazia meu tranquilo caminho para lá, uma coisa muito estranha aconteceu, primeiro eu ouvi passos, mas não passos humanos, foram passos de cachorro, e então ouvi um rosnado baixo e imaginei que fosse apenas um cão caçando em um gato em uma esquina assim como tantos outros, mas o que eu não imaginei é que o cão poderia ser gigante, e que eu poderia ser o gato assustado, o que nesse caso, era a realidade. No instante em que eu estava passando pelo beco de onde achei que vinha os passos e o rosnado, uma coisa monstruosa muito parecida com um cachorro pulou em cima de mim e por muito pouco eu não morri, muitas pessoas ficariam paralisadas de medo, mas eu não, eu sempre tentei controlar meu medo, em algumas situações era bem útil, situações como aquela por exemplo. Depois de desviar do "cachorro-monstro" eu corri pelo caminho da escola, ela devia estar umas duas quadras a frente e eu sabia que a entrada não era grande o bastante pra deixar ele passar, mas assim que a avistei, o cão pulou em mim novamente e dessa vez consegiu cortar meu ombro com uma daquelas garras afiadas, aquilo devia estar doendo muito, mas a adrenalina devia estar bloqueando a dor, pois só senti um pequeno ardor no local do corte e nada mais, então continnuei correndo para a escola enquanto outros alunos me olhavam assustados, eu não os culpo, mas bem que eles poderiam ter tentado me ajudar né! O "cachorro-monstro" continuou me seguindo até entrar na escola, onde encontrei Will, que também estava assustado, mas não com o monstro e sim com a minha camiseta cheia de sangue, e foi nesse momento que meu corpo se lembrou de que deveria sentir dor e eu caí em cima do meu amigo gritando de dor sem me importar com o resto da escola. - Como você se cortou desse jeito?!- ele perguntou
- Um "cachorro-monstro" ou alguma coisa do tipo me seguiu até aqui!
No momento em que disse isso seus músculos se retraíram e eu fiquei com medo dele dizer que eu estava ficabdo maluca, mas ao contrário do que eu pensava, ele não disse que eu estava maluca e sim uma coisa que me deixou ainda mais confusa: - Temos que falar com seus pais. E nesse momento tudo ficou meio embaraçado e a última coisa que eu lembro de ter ouvido antes de desmaiar foi o som de algo caindo no chão. Depois disso, eu acordei no sofá da minha casa, que a propósito, estava semi-destruída. - Mãe! - Gritei esperando uma resposta, mas quem veio não foi minha mãe, e sim Will com a minha mochila nas costas colocando comida e outras coisas nela, mas ele estava estranho, estava sem calças e suas pernas eram muito peludas, como pernas de... bode?
- O que aconteceu com suas pernas? - perguntei espantada.
- É uma longa história, e por enquanto só o que eu posso lhe adiantar é que provavelmente um monstro mitológico atacou sua casa, e que antes dele chegar aqui sua família fugiu, mas não do monstro, porque eles não enxergam através da névoa, seus pais deixaram um recado dizendo que algum país mandou assassinos para matar seu pai e a CIA levou-os para um lugar seguro, ou seja, nós temos que sair daqui antes que os assassinos ou o monstro voltem.
Quando ele terminou de falar eu estava atônita, se ele tivesse falado isso pra mim hoje de manhã eu não teria acreditado, mas depois de ver aquele "cachorro-monstro" eu acreditava em qualquer coisa, a única coisa que eu ainda não tinha processado direito era o fato de que minha família havia praticamente sumido do mapa.
- Então para onde vamos? - disse tentando mostrar calma. Me levantei, percebendo que o corte de mais cedo não estava doendo o que era estranho já que um machucado como aquele com certeza não cicatrizava tão rápido.
Percebendo minha surpresa ele disse:
- Nós vamos ao Acampamento Júpiter e isso não está doendo porque eu te dei néctar.
- Só duas perguntas: Acampamento o quê? E néctar é um mito romano, não?
- Eu já te disse que é uma longa história, agora levanta daí que nós vamos pegar o carro do seu pai e viajar. - Ele disse enquanto terminava de colocar as coisas na mochila.
- Mas nós somos menores de idade! - Eu disse incrédula.
- Bem... Não exatamente... - Ele disse misterioso.
- O que você quer dizer com isso?
- Você faz perguntas demais! - disse se irritando - Olha, entra no carro e eu prometo que quando nós chegarmos no acampamento lhe explicarão tudo.
- Ok. - Concordei, usando um tom de voz que deixasse clara minha relutância.
Nós entramos no carro e eu me surpreendi com as habilidades de direção do meu amigo com cascos. Eu não esperava que ele dirigisse tão bem, achei que fosse dar solavancos ou arranhasse o carro todo, mas o carro andava como se a estrada fosse de veludo. A viagem foi silenciosa e nenhum monstro tentou nos atacar. No meio do caminho percebi que estávamos indo para o estreito de Long Island, eu nunca fui lá mas conhecia as estradas que saiam de Nova York.
Eu estava pensando em tudo o que tinha acontecido. Estava tão absorta nesses pensamentos que levei um susto ao ouvir a voz de Will. - Chegamos! Dali eu pude ver todo o Acampamento. Naquele momento eu conheci o lugar que a partir daquele dia se tornaria minha casa. Senti a brisa calma que subia a colina, observei toda a extensão do vale, observei cada um dos chalés me perguntando o porquê de serem tão diferentes.

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Ceres
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sex Jan 18, 2013 9:53 am

Bem vinda ao Acampamento Júpiter, Elizabeth! Mas lembre-se que para entrar no acampamento vocé deve ter testada por Lupa. Pode postar o seu encontro com ela no tópico da Casa do Lobo. Você foi reclamada, filha de Somnus, deus romano do sono.

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Mia Summers
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sex Fev 16, 2018 2:04 am

Mia Summers

So baby, come light me up and baby I'll let you on it
A little bit dangerous, but baby, that's how I want it
A little less conversation, and a little more touch my body
'Cause I’m so into you, into you, into you

♥️ Nome Completo: Mia Summers
♥️ Idade: 15
♥️ Personalidade: Romântica incorrigível, Mia acredita no amor verdadeiro e sonha ardentemente em encontra-lo. É bem sensível e tem um coração generoso. Também é um pouco distraída e vive com a cabeça nas nuvens.
♥️ Progenitor(a) Divino(a): Vênus
♥️ O que te leva a crer que é filho(a) de tal divindade? ] A semelhança é indiscutível. De onde ela teria herdado tanto romantismo e feminilidade senão da própria deusa do amor?
♥️ História:
Mia morava com seu pai e uma mulher que se dizia sua mãe na cidade de São Francisco. O relacionamento deles era ótimo. Keyla, a esposa de seu pai, tratava a garota muito bem, uma vez que não podia ter filhos. Mia se dava muito bem com a madrasta, mas com o pai era diferente, os dois eram inseparáveis.
A garota sempre teve uma vida normal, tirando a parte da dislexia e do TDAH que tornavam-na a pior aluna da classe. Até que um dia, ela estava saindo da escola rumo a loja de perfumes de seu pai, onde gostava de ajudar quando ela se deparou com um garoto esbelto e bonito fugindo de um cachorro do tamanho de um rinoceronte. Mia achou estranho porque todos pareciam ignorar o que estava acontecendo, daí ela resolveu ir atrás deles.
- Você não vai fazer nada? – Perguntou ao policial mais próximo.
Mas o guarda deu de ombros e falou que não gostava de estragar brincadeiras inocentes de crianças. Parecia até que eles não estavam vendo a mesma cena.
Mia correu por alguns quarteirões, mas o menino estava indo rápido demais. Quando finalmente conseguiu alcançar o fugitivo e seu cão enorme, notou a presença de uma garota que surgira não sabia de onde empunhando uma lança nas mãos. A menina era tão forte e destemida que em questão de segundos conseguiu derrotar o cachorro monstruoso. Mia ficou impressionada ao ver o animal se desfazendo em poeira de frente a seus olhos.
Só depois Mia viu que o garoto que fugia estava caído no chão. Tinha se ferido e por isso, ela correu para ajudar. A outra menina, lançando um olhar de repreensão para Mia, questionou?
- Você viu tudo, não foi?
- Se estiver falando daquele cachorro gigante, sim. – Mia respondeu hesitante.
- Venham comigo vocês dois. – Ordenou, oferendo a mão para o garoto se levantar. – Só poderei levá-los até a floresta. De lá vocês deverão procurar por Lupa, entenderam? Ela explicará tudo que vocês precisam saber.
Mia e o garoto se entreolharam confusos e com um pouco de medo, mas deixaram a curiosidade falar mais alto. E assim, a garota chegou ao Acampamento Júpiter.


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Will Hansen
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sex Fev 16, 2018 11:47 am

Will Hansen

- Nome Completo: Willian Hansen
- Idade: 15
- Personalidade: Will adora estar com a sua turma. É um garoto criativo e ousado, sempre a frente do seu tempo com suas ideias liberais. Gosta de se manter informado e sempre tem opinião certa para tudo o que acontece no mundo. Também costuma ter um excesso de autoconfiança.
- Progenitor(a) Divino(a):Febo/Apollo
- O que te leva a crer que é filho(a) de tal divindade? Desde pequeno Will tinha vontade de aprender a manusear o arco. Na sua primeira aula, aos 8 anos, o instrutor ficou impressionado com a habilidade do menino, que insistia em dizer que nunca tivera contanto com a arma. Will também é músico, tem uma incrível facilidade para aprender a tocar novos instrumentos. Sabe tocar violão, bateria e teclado, além de saber cantar e compor suas próprias canções.
- História:
Sempre morei com minha mãe, Iliana Hansen, em Novo México. Ela era muito protetora, pois sabia que eu não era um garoto comum. Eu desconfiava que não fosse, mas imaginava que talvez pudesse ser um louco problemático ou algo do tipo. Como se não bastasse a dislexia e o TDAH, coisas estranhas aconteciam comigo. Estranhas do tipo que um psiquiatra avaliaria como alucinações. A mais recente delas aconteceu em uma viagem a São Francisco. Estava passeando com minha mãe, quando finalmente ela achou que seria a hora certa para contar tudo o que eu sempre quis saber sobre meu pai. No entanto fomos interrompidos por um enorme cachorro preto, o qual Iliana se referiu como Cão Infernal.
- Você precisa ir, Will. - Disse me entregando uma faca dourada. - Vá para a casa do lobo e encontre Lupa. Tenha cuidado!
- Lobo? Lupa? Que nem aquele da história que me contou? - Perguntei sem saber se estava mais atordoado com o pedido de minha mãe ou com um cão infernal rosnando para mim. - Eu não estou entendendo, mãe.
-Não há tempo para explicações, Will. Agora vá! - Pediu, beijando carinhosamente minha testa.
Peguei a faca de sua mão e me propus a correr. O cachorro vinha atrás de mim, o que por um lado me deixou mais tranquilo porque não machucaria minha mãe, mas eu ainda continuava sendo perseguido por um monstro. E aquela faca? Precisaria chegar muito perto para tentar golpeá-lo com uma lâmina daquele tamanho, mas eu não queria fazer o teste. Tinha que procurar a tal Lupa, apesar de depois dos ocorridos não duvidar da possibilidade de encontrar uma lupa no meio da cidade, achei que teria mais chances fora da área urbana. Só não sabia se aguentaria permanecer naquela velocidade até lá, ou ainda se conseguiria chegar com vida. O mais estranho é que ninguém parecia notar um garoto fugindo de uma besta do tamanho de um rinoceronte.
Para minha sorte, o cão foi transformado em pó por uma garota que empunhava uma lança em mãos. Apesar de bonita, não era muito simpática. Era morena, musculosa e bem durona. Se dizia Filha de Marte, o que me deixou muito confuso. Mas foi quando ela mencionou Lupa que eu cogitei possuirmos alguma semelhança. A garota me a guiou até a floresta. Mas só atpe a floresta, ela deixou claro. Dali em diante teria que seguir por conta própria.

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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sex Fev 16, 2018 3:37 pm


Reclamados ❣
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Mia Summers - Querida Mia, vejo que se parece muito comigo. Te reclamaria mesmo que não fosse minha filha. Tenho certeza que poderá deixar sua mãe ainda mais orgulhosa. Beijos, docinho

Will Hansen - Sua história me encanta, Willian. E acredito que tenha encantado seu pai também, pois ele te reclamou. Não se esqueça de passar pela casa do lobo! Ah, e sinto que vem casal por aí. Terão a minha minha benção.


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Layla Sanders
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sab Fev 17, 2018 10:38 am

Ficha de Reclamação

Nome completo: Layla Sanders
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Personalidade: Meiga, tímida, gentil e sonhadora. Apesar de não ter muitos amigos, é leal com os que tem e se preocupa muito com o bem-estar deles. Pode  ser bem determinada quando tem um objetivo em mente e não costuma desistir fácil.
Progenitor divino:Ceres
O que te leva a crer que é filho(a) de tal divindade? Layla ama natureza e sente-se muito bem ao realizar atividades ao ar livre como cuidar de seu jardim, parecia que ela tinha um dom natural para jardinagem. Trata suas plantas da mesma forma que trata seus amigos, com muito carinho e atenção.
História:
Cresci em Boston, com meu pai Fred e meu irmao mais novo Colin. Nunca fui de causar problemas na escola, apesar do meu TDAH. Também tinha um pequeno grau de dislexia, que no entanto, não atrapalha significativamente no meu boletim. Hoje, sabendo de minha progenitora divina e comparando com a vida de outros semideuses, vejo que meu cheiro não era tão atrativo a monstros, o que tornou a minha vida mais fácil. Meu pai trabalhava num supermercado desde que nos mudamos do campo em busca de novas oportunidades, mas infelizmente não demos sorte. Como nossa confição financeira não era das melhores, comecei a trabalhar cedo numa floricultura. Mas eu não me lamentava por isso, pelo contrário, a melhor hora do dia era quando eu estava na floricultura, pois adorava a companhia das plantas.
Certo dia, eu estava cuidado dos jardins com meu pai, era nosso passatempo preferido dos fins de semana, quando de alguma forma fiz brotar alguns ramos de batata num passe de mágica. Não foi a primeira vez que acontecera coisas estranhas enquanto eu praticava jardinagem, mas nunca tinha sido tão rápido. Eu mal cobrira a semente com terra, e um ramo emergiu instantaneamente.
- Viu isso, pai?! - Falei num misto de felicidade e confusão.
Ele assentiu sério, não demonstrara nenhum pingo de espanto.
- Eu não estou entendendo Como? - Perguntei, agora mais confusa do que feliz. - Fui eu que fiz isso?
- Querida, precisamos conversar. - Ele parecia tenso, olhando ao redor como se estivesse preocupado que alguém pudesse ter visto. - Vamos lá para dentro.
Permaneci atônita enquanto seguia meu pai para dentro de casa. Por mais que tivesse expressado a seriedade a importância de termos aquela conversa, ele ainda parecia hesitante. O que poderia estar escondendo de mim?
- Layla, sua mãe me pediu para te mandasse para um lugar especial quando chegasse a hora.
- Minha mãe? Mas ela nos abandonou, pai! Não vou fazer o mesmo com o senhor. - Protestei, era muito apegada ao meu pai para pensar em abandona-lo. - Minha mãe nunca se importou comigo. Por que agora seria diferente?
- Não pense assim... Sua mãe é uma mulher muito ocupada, filha. - Ele disse cabisbaixo. Ela... é uma deusa romana. Mas não posso te adiantar muita coisa, quanto menos souber melhor.
Ele só podia estar ficando louco. Ou talvez só estivesse brincando com a minha cara. Pior que papai não era de muitas brincadeiras. Uma deusa romana? Cairia mais fácil se ele dissesse que minha mãe era Madonna ou Celine Dion, pelas quais ele sempre foi apaixonado.
- Ah ta e vai me dizer agora que o senhor é Julio Cesar ou algum imperador romano? Nero? - Brinquei.
-Isso é sério, Layla. Você precisa ir para a Casa do Lobo. Sozinha. - Alertou com bastante ênfase na última palavra e me abraçando, continuou com aquela maluquice. - Encontre Lupa, ela fará algum tipo de teste com você, mas agora vá!

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Dylan Anderson
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Qua Fev 21, 2018 12:41 am

Nome Completo: Dylan Anderson
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Personalidade: Fácil de lidar, Dylan é um novem disciplinado, que gosta de aprender. Não é do tipo que gosta de estar a frente e liderae, prefere seguir ordens e faz isso muito bem. É honesto, leal aos amigos e não gosta de quebrar regras. É um pouco solitário e introvertido.
Profenitor Divino: Vulcano
O que te leva a crer que é filho(a) de tal divindade? Ele se tornou solitário por passar tanto tempo com suas ferramentas e criações, preferindo esses ao invés da companhia de pessoas. Sempre teve facilidade com mecânica, tanto é que aprendeu sozinho. Desde pequeno é habil com as mãos, gostava de desmontar e remotar peças de brinquedos e aparelhos eletrônicos por diversão. Reprensentou sua escola na olimpíada estadual de robótica diversas vezes, ficando entre os primeiros lugares na maioria delas.
História: Morava na periferia de Seattle, com minha mãe e dois meio irmãos mais velhos. Tinha um relacionamento bom com meus irmãos na maior parte do tempo e também me considerava um bom filho, até ter que abandonar minha família. Não tive outra opção.
A questão era que eu ajudava muito com as tarefas domesticas, era o braço direito da minha mãe, o verdadeiro “homem da casa”, enquanto meus irmãos só queriam saber de festa. Por esse motivo, minha mãe acaba pegando no pé deles enquanto eu me tronava seu preferido. E negócio tinha suas vantagens. A melhor dela é que mamãe acreditava em mim quando era castigado injustamente na escola. Além da dislexia e do TDAH, que contribuiam bastante para o meu péssimo rendimento, parecia que os professores conspiravam contra mim. Era cada encrenca maluca que os adultos me envolviam que era complicado permanecer mais de 3 meses na mesma classe. Eles só não me expulsavam porque eu ganhava trofeus para a escola nas olimpiadas de robótica.
Mas um dia minha vida virou de ponta-cabeça. Achava que seria só mais uma viagem para representar a escola nas olimpíadas, que naquele ano, ocorreria em São Francisco. Ao término da competição, retornei para o hotel com meu amigo Tyler, percebi que ele estava agindo de forma esquisita, olhando para os lados como se estivesse desconfiado ou com medo talvez.
- Você está bem, cara? - Indaguei, prestes a girar a maçaneta da porta de nosso quarto.
- Si-sim! - Disse aparentemente perturbado. Tinha colocado a mão sobre a minha impedindo que eu abrisse a porta do quarto. - Por que não vamos dar uma volta? Está tão abafado aqui.
- De novo? Acabamos de voltar... - Relembrei. - E eu estou exausto.
Para o desespero de Tyler, empurrei a porta mesmo assim. Ele conseguiu ficar ainda mais desestabilizado quando nos deparamos com uma camareira. Tudo bem, podia ser um pouco tarde para uma arrumação, mas meu amigo não precisava gritar com a moça. Era tão exagerado que ele soltou algo que, por algum motivo desconhecido, eu sabia que era uma praga em latim, mesmo sem nunca ter estudado latim na vida.
A camareira riu, o que me deixou ainda mais confuso.
- O que está acontecendo? - Perguntei para Tyler.
- Logo dois semideuses? Hoje é meu dia sorte. - Falou a moça, quase como um chiado.
De repente ela adquiriu uma aparência reptiliana. No lugar de pernas, estavam uma espécie de tronco de cobra ou seja lá o que for, não deixava de ser aterrorizante. Ela já estava se aproximando rastejante e eu, estupefato, não sabia o que fazer. Tentei me convencer de que devia ser um pesadelo, porque de onde poderia ter saído um ser metade mulher e metade cobra senão da minha cabeça? E do que que ela tinha nos chamado mesmo? Ah sim, semideuses.
Eu não precisava ter medo, aquilo não era real. Infelizmente (ou felizmente), eu não consegui manter esse pensamento quando sua língua bifurcada estava a menos de 10cm de distância do meu rosto.
- Afaste-se! - Meu amigo gritou, tirando da mochila uma espada que não tinha como caber lá dentro.
A mulher, se é que podia ser chamada assim, se virou para ele e soltou um ruído sibilante. Tyler investiu contra ela. A criatura mergulhou à direita desviando da lâmina, em com suas pernas repitilianas, se enroscou nas pernas de meu amigo por trás. O garoto caiu e por pouco não bateu de cara no chão.
Sem ter uma ideia melhor, lancei a primeira coisa que vi, naquele caso um abajur, em cima da mulher-cobra, antes que ela atacasse Tyler. Não sei se lhe causou algum dano, mas pelo menos foi suficiente para distraí-la e permitir que meu amigo se livrasse das amarras. Ele ergueu a espada e golpeou bem-nascido barriga da besta, a qual se desfez em pó. Tyler respirou aliviado.
- Ok. - Consegui dizer enquanto ainda processava os últimos acontecimentos. - isso foi muito estranho.
- Imagino que deve estar muito confuso, mas o que a Dracanae é verdade. Nós somos semideuses. Metade humano, metade deus.
Não esbocei nenhuma reação. Não porque não ficará impressionado, e sim porque não sabia como me expressar, ou ainda se devia aceitar ou não. Tyler nunca foi uma pessoa muito normal no quesito psicológico, ele podia simplesmente ter pirado de vez. Mas é aquele monstro? Com certeza não tinha vindo da cabeça dele...
- Eu também já passei por essa fase, entendo perfeitamente a sua reação, mas agora que você já sabe não podemos demorar muito. - Disse, vendo que eu não iria abrir a boca.  - Você precisava encontrar Lupa e terá que fazer isso sozinho.

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Dylan Anderson
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Última edição por Dylan Anderson em Dom Fev 25, 2018 1:16 am, editado 2 vez(es)
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Netuno
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sab Fev 24, 2018 12:16 am

RECLAMADOS

Layla Sanders - Sua ficha está boa e satisfaz os pré-requisitos. Só uma dica para as próximas postagens: tente escrever mais procurando explorar sua criatividade. Lupa está a sua espera
Dylan Anderson - Muito bem! História envolvente e bem elaborada. Pode seguir para o acampamento, mas não deixe de passar pela Casa do Lobo.

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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   

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